Black Finger é meu mais novo projeto de blues, ou seja uma tentativa de fazer blues, já por que mal e porcamente toca sem utensílios, imagina com um slide de vidro para fazer uma fuzarca maior! Mas sinceramente eu fiquei encantado vendo o Son House fazer um som sujo e tão lindo em Death Letter, então de certa foma é uma homenagem.
Dedo negro seria quase uma ideia igual a “dedo podre” (Também uma referencia a minha “técnica”), que significa que é um blues insignificante e feito só para mim me divertir mesmo, até por que sei que poucos tem interesse nesse meu Hobby maldito! De qualquer forma esta aí, espero que (os corajosos que ouvirem) gostem. Adíos!
Old Toy Blues
There are places I can't go
Why my mom shouldn't know?
I'm so wasted to pay
A long bad day
Something you used to say
Only God or a play
We need one to be sane
As you could say
It's living in your soul
God I hate rock n' roll
Is too easy to say
I'll be saved
Care Blues
See she come and goes
and believe it all is love
this thing blow in a way
And creep every day
Ready to go Blues
This tension
make my love
extension
of this curse
But I'm
Ready to go
I'm so lost
without hope
I can't trust
soulless cunt
Sad Fingers Blues (Instrumental)
Sorrow Blues
I'm Crying from my throne
With roses that I Can't hold
you leave me alone
I can't sleep like anyone
And I'm Crying from my throne
With roses that I Can't hold
you leave me alone
I can't sleep like anyone
All lyrics and music by André
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Suícidio social
Eu caio da cama, me arrasto através do tapete, bagunçando a sujeira ao meu redor, Olho para o banheiro, relembro meu amigo morto...
Com grande esforço me levanto, vacilante chego a mesa e desabo sobre uma cadeira, minha cabeça esta a mil, visão turva e me sinto como se tivesse não tomado banho há dois anos. Tento visualizar o ambiente: Um lugar sujo, quarto/cozinha e uma banheiro imundo com uma banco e uma forca preparada. Ok, meio incomum mas pode acontecer! Há o velho cinismo...
Acho que adormeci por alguns instantes, tem um ser bem estranho na minha frente, me olha como se eu estivesse na inquisição espanhola, extremamente bem barbeado, cabelo lambido para trás, não exatamente bonito nem feio, veste um terno branco solene, como se estivesse vindo de um funeral. A voz dele é paternal e de alguma forma irônica:
Escute bem,você não pode ficar assim por muito tempo filho, vivendo nesse pardieiro, trasando com essas Jesebeis e se envenenando pela cidade. Isso uma dia vai ter fim.
Eu apenas me limito a resmungar algo sem sentido, parece que algo sugou minhas forças. Mas a figura é mais insistente que operador de tele-marketing e continua:
Eu vejo nos seus olhos sem esperanças e nas suas respostas zombeteiras. Você sempre foi assim filho, sempre arranjando motivos para esconder seus sentimentos e mascará-los com esse sarcasmo de plástico.
Me resumo a sorrir meus dentes amarelados e tentar me manter acordado. Ele parece estar perdendo a paciência comigo. Com tom infantil ele segui:
Sabe, teve épocas que nós poderíamos aceitar essas atitudes, mas o fato de você estar sabotando a sua vida esta passando dos limites, esta destruindo tudo de bom que construímos. E tudo por que? Por que você não estava feliz, apenas isso...
Não adianta sorrir essas perolas para mim rapaz, eu sou seu amigo mais intimo e quando tenho que sair para lhe chamar a razão, algo esta extremamente errado!
Bato a cara na mesa, com uma mão mexo no meu cabelo ensebado e me puxo volta a conversa, cuspo sangue no seu terno impecavelmente limpo e aponto para o banheiro e digo:
Desculpa por não estar a altura de suas expectativas, e agradeço por me lembrar de minhas falhas. Mas se da minha parte só lhe trago desilusão e desgosto. Esteja a vontade ser o primeiro!
Seu rosto cai em suas mãos, derrotado por alguns instantes, tudo parece congelar...
Mas num estouro sinto meu lábios se partirem e flutuo no ar em direção ao chão.
Do resto apenas lapsos (fragmentos), ele chuta minha cadeira, se direciona ao banheiro minusculo e fedido, testa a corda com um puxão forte e com o rosto em pesar eu vejo meus últimos segundos escorrendo através do espelho.
Com grande esforço me levanto, vacilante chego a mesa e desabo sobre uma cadeira, minha cabeça esta a mil, visão turva e me sinto como se tivesse não tomado banho há dois anos. Tento visualizar o ambiente: Um lugar sujo, quarto/cozinha e uma banheiro imundo com uma banco e uma forca preparada. Ok, meio incomum mas pode acontecer! Há o velho cinismo...
Acho que adormeci por alguns instantes, tem um ser bem estranho na minha frente, me olha como se eu estivesse na inquisição espanhola, extremamente bem barbeado, cabelo lambido para trás, não exatamente bonito nem feio, veste um terno branco solene, como se estivesse vindo de um funeral. A voz dele é paternal e de alguma forma irônica:
Escute bem,você não pode ficar assim por muito tempo filho, vivendo nesse pardieiro, trasando com essas Jesebeis e se envenenando pela cidade. Isso uma dia vai ter fim.
Eu apenas me limito a resmungar algo sem sentido, parece que algo sugou minhas forças. Mas a figura é mais insistente que operador de tele-marketing e continua:
Eu vejo nos seus olhos sem esperanças e nas suas respostas zombeteiras. Você sempre foi assim filho, sempre arranjando motivos para esconder seus sentimentos e mascará-los com esse sarcasmo de plástico.
Me resumo a sorrir meus dentes amarelados e tentar me manter acordado. Ele parece estar perdendo a paciência comigo. Com tom infantil ele segui:
Sabe, teve épocas que nós poderíamos aceitar essas atitudes, mas o fato de você estar sabotando a sua vida esta passando dos limites, esta destruindo tudo de bom que construímos. E tudo por que? Por que você não estava feliz, apenas isso...
Não adianta sorrir essas perolas para mim rapaz, eu sou seu amigo mais intimo e quando tenho que sair para lhe chamar a razão, algo esta extremamente errado!
Bato a cara na mesa, com uma mão mexo no meu cabelo ensebado e me puxo volta a conversa, cuspo sangue no seu terno impecavelmente limpo e aponto para o banheiro e digo:
Desculpa por não estar a altura de suas expectativas, e agradeço por me lembrar de minhas falhas. Mas se da minha parte só lhe trago desilusão e desgosto. Esteja a vontade ser o primeiro!
Seu rosto cai em suas mãos, derrotado por alguns instantes, tudo parece congelar...
Mas num estouro sinto meu lábios se partirem e flutuo no ar em direção ao chão.
Do resto apenas lapsos (fragmentos), ele chuta minha cadeira, se direciona ao banheiro minusculo e fedido, testa a corda com um puxão forte e com o rosto em pesar eu vejo meus últimos segundos escorrendo através do espelho.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Essa é historia de um herói desconhecido...
Essa é historia de um herói desconhecido, ao qual luta suas batalhas diárias, com o pouco que faz ajuda todos sem julgar, sacrifica seus maiores sonhos, sabe que o bem muitas vezes significa se engasgar com um amargo desgosto pelas pessoas, mas manter a esperanças de dias melhores.
Como todo herói, ele não sabe o quanto suas ações fazem bem ás pessoas, na verdade ele acha que faz só o que qualquer um deveria fazer, se ele é um herói deve ser por que todos teimam em ser vilões, ou apenas espectadores neutros nesse show de horrores que chamamos de vida, num mundo onde o importante é ser esperto, a palavra carácter não tem significado para muitos de nós, onde o “valor” da sua carteira tem mais “valor” que ás pessoas e suas posturas nesse maldito mundo, que talvez seja apenas uma bola podre preste a explodir, talvez seja esse destino que vem ás nossas mentes, por isso esse pensamento de aproveitar tudo, saquear sem peso na consciência, estuprar ideais, ou padrões aos quais são considerados ultrapassados. Não ele não é um “HERÓI”, por que ele ajuda, ou perde por um bem maior, não se corrompe nem por uma facilidade na sua vida, prefere perder um braço a seguir o caminhos dos espertos, por que sabe que esse caminho curto só leva a uma armadilha de carácter e que no final o preço é a sua dignidade.
Então essa foi a historia de um herói desconhecido, alias ele nem existe, esta dentro de todos nós, mesmo os que já se sujaram na lama da corrupção que assombra nossas vidas. Para sair basta apenas uma mudança, mas ela vem de você, e quando você se sentir sozinho nesse mundo sem esperanças, apenas pense nesse herói, que no fundo de todos nós ele existe, apenas esta esperando seu sinal para surgir.
Como todo herói, ele não sabe o quanto suas ações fazem bem ás pessoas, na verdade ele acha que faz só o que qualquer um deveria fazer, se ele é um herói deve ser por que todos teimam em ser vilões, ou apenas espectadores neutros nesse show de horrores que chamamos de vida, num mundo onde o importante é ser esperto, a palavra carácter não tem significado para muitos de nós, onde o “valor” da sua carteira tem mais “valor” que ás pessoas e suas posturas nesse maldito mundo, que talvez seja apenas uma bola podre preste a explodir, talvez seja esse destino que vem ás nossas mentes, por isso esse pensamento de aproveitar tudo, saquear sem peso na consciência, estuprar ideais, ou padrões aos quais são considerados ultrapassados. Não ele não é um “HERÓI”, por que ele ajuda, ou perde por um bem maior, não se corrompe nem por uma facilidade na sua vida, prefere perder um braço a seguir o caminhos dos espertos, por que sabe que esse caminho curto só leva a uma armadilha de carácter e que no final o preço é a sua dignidade.
Então essa foi a historia de um herói desconhecido, alias ele nem existe, esta dentro de todos nós, mesmo os que já se sujaram na lama da corrupção que assombra nossas vidas. Para sair basta apenas uma mudança, mas ela vem de você, e quando você se sentir sozinho nesse mundo sem esperanças, apenas pense nesse herói, que no fundo de todos nós ele existe, apenas esta esperando seu sinal para surgir.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Sonho eStRaNhO
Depois de acordar de um sonho com ás têmporas suadas, a mão dormente e o coração batendo de forma irregular. O sonho se passava comigo em casa sendo chamado (do nada) para ir na minha antiga escola resolver um problema de um computador (acho que no mesmo eu ainda era técnico em informática, de qualquer forma...). No caminho para lá eu vou com um velho (que nunca vi na vida) de carro, onde ele conversa, alguns assuntos estranhos, ao qual não dou muita bola, estou mais preocupado em segurar minha mochila (por que o velho esta voando...) e olhar a rua coberta pala noite de Porto Alegre (a gente passou pela Cavalhada...).
Chegando lá na frente do colégio esta João (zelador) me esperando, com algumas pessoas que parecem ser alunos do colégio (aquele típico colegial almofadinha que agora rasteja por ali...), todos sentados me esperando, eu olho para o céu e percebo que parece ser muito tarde, tipo três da madrugada (horário estranho para se ter aula...). Entro no recinto, vejo que ele tem algumas mudanças, como mais tocos de arvores para se sentar e menos prédios, passo por um corredor que esta abarrotado de gente (deitados no chão ou sentando, encostado em paredes...), nisso vejo minha tia e suas filhas que estão ali conversando coisas que não me lembro, sei que passo por cima delas, esnobando minha única prima nojenta e me encontro num quarto, sabe tipo assim um quarto normal que dá entrada para outro. Há duas gurias, eu pergunto qual pc esta estragado e elas não tem a mínima idéia (isso me lembra um pouco meu trabalho...), questiono se elas conhecem alguém que possa saber, a resposta é (obviamente) não. No outro quarto vejo um guri estranho com o cabelo lambido, vou falar com ele, mas ele meio que parece estar escondendo algo, não quer dizer nada e fica teimando em dizer que não deve satisfações a ninguém (tipo playboyzinho mimado que dá vontade de encher de porrada). Nisso ele se retira, e eu penso: Bem vou ter descobrir o que esse cara ta escondendo! Bem nessa hora eu tenho uma leve semelhança com o Ace Ventura (não me pergunte por que...), começa a fuxicar gavetas e armários, mas não muito, por que o guri volta e vem perguntar o que estou fazendo, sinceramente digo que estou tentando entender o que esta acontecendo ali (virei detetive do nada) e ele tenta me atacar com canivete improvisado numa borracha. Parece que nos meus sonhos, eu tenho agilidade, por que eu desvio e bato a cabeça dele no beliche, aí aparece uma senhora (provavelmente a mãe) que começa a me xingar e chama algumas pessoas para baterem em mim e aí eu corro (isso tem mais a ver comigo).
Ok, na hora da minha fuga eu penso em uma forma de enganar eles, em vez de descer todos andares e fugir para rua, eu subo para o telhado (não tenho a mínima da onde o colégio virou um prédio!?!?!). Lá em cima eu me seguro numa escada, vou a caminho da antena (provavelmente de tv ou aqueles com uma luz vermelha na ponta para avisar os aviões que há um objeto ali, realmente não sei...). Há duas partes nisso, inicialmente estou num quadrado vermelho, que é assustador por que já era alto pacas e parece um engrado de cerveja preste a escorregar, isso me dá passagem para uma escada amarela de plástico que parece estar presa a parede (igual aquelas escadas de piscina), bem eu pulo e vou descendo até o final, mas não tem piso, a escada vai rente a parede mas sem lugar para ficar, nesse tempo uma escada lateral cai lá embaixo e eu perco ela de vista de tão alto que estou. Bem ainda tem uma escada de metal que vai a ponta da antena no outro pilar (bem por que não ir até lã?), consigo miraculosamente num salto chegar a ela, conseguindo segurar bem no último de grau, ou seja, a ponto de cair, eu nem olho para baixo de tanto medo, nisso vem os sinais de cansaço, cada vez mais a adrenalina me consome e minha mão esta dormente. Eu fecho os olhos e começo a pensar como seria a queda, sabe o fim do cansaço, da minha aventura bizarra, do medo de altura, cansado de lutar por algo que eu tenho a mínima idéia que seja. Minha mão começa a escorregar, eu abro os olhos e me seguro com força, mas esta cada vez mais dormente meus músculos e cair cada vez mais se torna uma opção e a única resposta. Eu acordo...
Chegando lá na frente do colégio esta João (zelador) me esperando, com algumas pessoas que parecem ser alunos do colégio (aquele típico colegial almofadinha que agora rasteja por ali...), todos sentados me esperando, eu olho para o céu e percebo que parece ser muito tarde, tipo três da madrugada (horário estranho para se ter aula...). Entro no recinto, vejo que ele tem algumas mudanças, como mais tocos de arvores para se sentar e menos prédios, passo por um corredor que esta abarrotado de gente (deitados no chão ou sentando, encostado em paredes...), nisso vejo minha tia e suas filhas que estão ali conversando coisas que não me lembro, sei que passo por cima delas, esnobando minha única prima nojenta e me encontro num quarto, sabe tipo assim um quarto normal que dá entrada para outro. Há duas gurias, eu pergunto qual pc esta estragado e elas não tem a mínima idéia (isso me lembra um pouco meu trabalho...), questiono se elas conhecem alguém que possa saber, a resposta é (obviamente) não. No outro quarto vejo um guri estranho com o cabelo lambido, vou falar com ele, mas ele meio que parece estar escondendo algo, não quer dizer nada e fica teimando em dizer que não deve satisfações a ninguém (tipo playboyzinho mimado que dá vontade de encher de porrada). Nisso ele se retira, e eu penso: Bem vou ter descobrir o que esse cara ta escondendo! Bem nessa hora eu tenho uma leve semelhança com o Ace Ventura (não me pergunte por que...), começa a fuxicar gavetas e armários, mas não muito, por que o guri volta e vem perguntar o que estou fazendo, sinceramente digo que estou tentando entender o que esta acontecendo ali (virei detetive do nada) e ele tenta me atacar com canivete improvisado numa borracha. Parece que nos meus sonhos, eu tenho agilidade, por que eu desvio e bato a cabeça dele no beliche, aí aparece uma senhora (provavelmente a mãe) que começa a me xingar e chama algumas pessoas para baterem em mim e aí eu corro (isso tem mais a ver comigo).
Ok, na hora da minha fuga eu penso em uma forma de enganar eles, em vez de descer todos andares e fugir para rua, eu subo para o telhado (não tenho a mínima da onde o colégio virou um prédio!?!?!). Lá em cima eu me seguro numa escada, vou a caminho da antena (provavelmente de tv ou aqueles com uma luz vermelha na ponta para avisar os aviões que há um objeto ali, realmente não sei...). Há duas partes nisso, inicialmente estou num quadrado vermelho, que é assustador por que já era alto pacas e parece um engrado de cerveja preste a escorregar, isso me dá passagem para uma escada amarela de plástico que parece estar presa a parede (igual aquelas escadas de piscina), bem eu pulo e vou descendo até o final, mas não tem piso, a escada vai rente a parede mas sem lugar para ficar, nesse tempo uma escada lateral cai lá embaixo e eu perco ela de vista de tão alto que estou. Bem ainda tem uma escada de metal que vai a ponta da antena no outro pilar (bem por que não ir até lã?), consigo miraculosamente num salto chegar a ela, conseguindo segurar bem no último de grau, ou seja, a ponto de cair, eu nem olho para baixo de tanto medo, nisso vem os sinais de cansaço, cada vez mais a adrenalina me consome e minha mão esta dormente. Eu fecho os olhos e começo a pensar como seria a queda, sabe o fim do cansaço, da minha aventura bizarra, do medo de altura, cansado de lutar por algo que eu tenho a mínima idéia que seja. Minha mão começa a escorregar, eu abro os olhos e me seguro com força, mas esta cada vez mais dormente meus músculos e cair cada vez mais se torna uma opção e a única resposta. Eu acordo...
domingo, 22 de abril de 2012
Coisas
Me surpreende que cada vez mais o valor de uma pessoa é baseada em quanto ela recebe no final do mês (eu ia dizer baseado em dolar, mas achei que ficaria muito pomposo...). Eu tenho um pensamento que tal peso deveria ser atribuído ao caráter da pessoa, ou seja, uma pessoa que realmente valha alguma coisa. Conheço muito auxiliar de limpeza que vale mais que alto-executivos (sou estagiário de técnico em informática então meio que transito nesses dois mundos...) com seus ternos engomados e sua dita importância no mundo. Creio romantizar quando penso que todos somos importantes, todos parte de uma consciência como diria Bill Hicks (esse cara tem me feito superar momentos difíceis...). Ultimamente estou meio incomodado com toda essa besteira de castas sociais (eu sei... isso é tão Índia!), em como temos que nos matar para subir essa escada, imposta pela sociedade, cada vez mais me sinto alienado desse mundo. Só queria ter estabilidade para poder viver minha vida com os poucos caprichos que me permito, mas tudo bem quem sabe isso passe.
...
Não entendo como ás pessoas tem mania de registrar tudo, nada mais tem o frescor do momento, vivemos um alzhaimer constante, onde tudo tem que ser documentado (da cirurgia da unha encravada á aquela incrível festa de 15 anos com sua prima espinhenta emburrada num canto com um vestido caqui...). Devo ser um dos poucos que quando vou a shows (até parece que vai em muitos...), festas (ui que mentira...) e parques (quase não sai... PARA CONSCIENCIA IDIOTA! Se não eu paro de escrever...) não levo câmeras ou qualquer coisa. Normalmente prefiro guardar o momento na memória do que numa foto (todo mundo sabe que é por que você fica feio em fotos... EU TI AVISEI!).
P.S.: Esse é um legitimo caso de demência... Por favor, afastem-se dessa pessoa.
Obrigado pela atenção.
...
Não entendo como ás pessoas tem mania de registrar tudo, nada mais tem o frescor do momento, vivemos um alzhaimer constante, onde tudo tem que ser documentado (da cirurgia da unha encravada á aquela incrível festa de 15 anos com sua prima espinhenta emburrada num canto com um vestido caqui...). Devo ser um dos poucos que quando vou a shows (até parece que vai em muitos...), festas (ui que mentira...) e parques (quase não sai... PARA CONSCIENCIA IDIOTA! Se não eu paro de escrever...) não levo câmeras ou qualquer coisa. Normalmente prefiro guardar o momento na memória do que numa foto (todo mundo sabe que é por que você fica feio em fotos... EU TI AVISEI!).
P.S.: Esse é um legitimo caso de demência... Por favor, afastem-se dessa pessoa.
Obrigado pela atenção.
terça-feira, 10 de abril de 2012
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