Não tem muito o que se dizer, é um jogo de beat em' up simples que usa muito bem o controle de movimento do wii.
Falando em jogabilidade ela é bem fluida e intuitiva, em poucos minutos se pega ideia do que fazer, mas ao mesmo se torna meio massante e cansativo com tempo. Tem upgrades de equipamento, tanto do Batman quanto dos sidekicks, o que é legal. Mas a maior parte do tempo você vai usar mais o Bat-rangue que o resto! Os graficos, traduz bem o estilo da fonte então. A historia é amontoado de capítulos do cartoon, o que é legal. Outro lance tri é os dialogos que são muito engraçados, infelizmente a maioria com aquele estilo "RPG japones" de animação com algumas exceções de cutscenes.
Para quem é fã do desenho esse jogo emula bem a sensação de ver um episódio da série...
Minha relação com HotD vem das épocas dos arcades (fliperamas), não que eu jogasse, mas me lembro de ficar hipnotizado vendo a matança. Depois de um tempo joguei o segundo game num Dreamcast emprestado, não cheguei a virar, mas curte o lance e clima do game. O que me deixava meio desinteressado, era os controles. Jogar no controle tira muito da imersão e hoje que adquiri um Wii e uma pistola DreamGear dual trigger blaster (sério... se curte shooters, adquira esse beleza, não vai se arrepender!). Nossa é outro jogo, ainda mais esse que tem um clima ala filmes grindhouse dos anos 70/80 e todos exageros possíveis de roteiro.
A jogabilidade é simples: mira e atira, mesmo sem o motion plus funciona tudo perfeitamente com uma pistola. Agora jogar só com o Wiimote achei cansativo e chato, mas questão de gosto. A historia é extremamente hilária e doentia, (principalmente no final). Diálogos cheios de palavrões e e frases de efeito. E acontece tanta coisa bizarra que ficamos esperando cada cutscene com ansiedade. A trilha sonora é perfeita realmente te poêm no embalo da chacina, lembra bastante os filmes do Tarantino. Em questão de dificuldade é bem de boa, mas tem momentos que tem que se puxar pra continuar. Graficamente é bonito e emula os estilo "exploitation" de cenografia. Mas é tudo tão frenetico que você nem vai notar. Bem, para quem curte o estilo vale muito a pena jogar.
Comprei esse game mais pelo meu fanatismo pela franquia que por ele em si, na real não esperava nada dele e já estava vendo ele juntando poeira na minha estante. Mas sabe como é... "fã" é foda! E no final a experiência foi mais gratificando que eu esperava...
Pra um "port" do 360 pro Wii, onde temos bastante limitações de hardware, até que o Dead Rising foi bem "emulado", mesmo que o foco nesse seja mais usar armas de fogo que armas improvisadas, ou seja raramente usaremos tacos de basebol pra amansar os zumbis e sim, muito, mas muito armas, no meu caso, especificamente a Doze.
Algumas coisas mudaram, não temos mais que correr contra o tempo e fazer tudo em tempo, aqui tudo é mais linear. Tanto na questão de historia quanto gameplay, o que facilita para quem quer acompanhar a estória, mas ao mesmo tempo mata o fator de mundo aberto e escolhas, estamos de boa saindo da SAFE HOUSE pra matar alguns zumbas e o Otis vem encher o saco pra salvar alguém, aí entra a questão do TEMPO, onde antes tínhamos que correr pra chegar em TEMPO de salvar o sobrevivente, mas agora ele fica esperando e temos que ver em quanto TEMPO (Santa redundância!) demoramos pra salvar ele, ou seja eles são praticamente side-missions, e não ti da a opção de salvar ou não, é obrigatório faze-las se não a historia não avança. De qualquer forma, tirando determinado Ranking ganhamos itens e dinheiro, pra comprar armas e upgrades. O que é meio estranho num apocalipse zumbi. (mas sabe... Lógica de video-game!)
O lance do level ainda existe, mas é bem menos cruel que no 360, na real quase nem faz diferença.
Os zumbis são praticamente os mesmos, até impressionante o nível de detalhes deles, tem uma variação que vem correndo atrás da gente igual um viciado em cocaína (tem momentos que chega a assustar). Mesmo assim temos alguns inimigos novos: Poodles e papagaios zumbificados! E num determinado momento os papagaios carregam bombas, por algum motivo... Os psicopatas, não tem tanto nesse, diríamos que não tem nem metade do game original, mesmo assim três deles virem super-inimigos que ficam pipocando pelos cenários, são bem chatos por sinal, mas os poodles e papagaios são piores!
A jogabilidade foi baseada na engine do RE4 do Wii, com algumas modificações, como não joguei, não posso falar muito sobre ás diferenças. Mas ressalto que é bem intuitiva e fácil de pegar o jeito. A historia é mesma do original, única diferença que é quase impossível não se fazer o final canônico, há não ser que queira, o que é legal! Em questão de som, eu achei que os grunhidos é muito alto em relação ao resto, mesmo ajeitando nas configurações continua sobrepondo demais ás músicas.
Muito se reclama do numero limitado de zumbis na tela e dos gráficos inferiores, bem é uma "portabilidade" pro Wii, e pra um jogo que vem de um hardware bem mais potente, ainda assim se traduziu bem a ideia original: De se matar zumbis sem moderação num ambiente calmo e feliz.
Depois de ver ás resenhas e avaliação dos fãs sobre o ORC (como é carinhosamente chamado na gringa), vejo que achei outro jogo que sofre mais pelas expectativas de quem jogou e não avalia os méritos dele em si. Ok, o jogo não é perfeito, mas o pior jogo da franquia? já jogaram Eat Lead... Pior IA que já viram? Não devem ter tido experiência de salvar os sobreviventes do Dead Rising 1. Diferente do original? E RE 5, 6 e provavelmente o 7 agora, são exatamente fieis a sua origem? De qualquer forma...
Ao meu ver esse foi um jogo que tinha um potencial muito bom, infelizmente a pressa dos desenvolvedores/capcom, nos entregaram um jogo incompleto. E é exatamente o que sentimos enquanto jogamos, tem ideias muito boas. Por exemplo, esse jogo poderia ser canônico, mas por causa do "fan-service". Inventaram de por o Leon, Claire, Jill e Carlos sem motivo algum valido, há não ser pra alimentar a nostalgia, que ironicamente já estava sendo alimentada através do fato de se passar em Ranccon City!? Se não tivesse esses personagens, ou eles simplesmente fossem visto em câmeras e não combatidos pelos agentes da Umbrella seria bem mais bala. Mas não, vai ser spin-off! Ou seja podemos detonar a linha temporal o quanto quisermos, por que no final de contas nada aconteceu. E nisso eu concordo, desapontou muito, mas o jogo é ruim?
Isso me deixou com um dilema interessante (não que já não tivesse pensado nisso antes). O que faz um jogo ser ruim? Bem, a meu ver, para um jogo ser ruim ele tem que falhar em dois quesitos: Primeiro: Jogabilidade, se ela é tão "ruim" a ponto de fazer o jogador desistir do jogo, aí sim é um problema. Eat Lead que já citei anteriormente, um péssimo shooter, a principal função é horrivelmente executada a ponto de ti fazer jogar o controle na parede. Meu segundo "quesito", pode bater o primeiro, ok a jogabilidade é ruim, mas "funcional". Em compensação a historia prende o jogador. Deadlly Premonition tem uma gameplay digamos nada "boa" ou instintiva, mas a estória é tão intrigante que suga a gente pro universo dela, ou seja não tem como não ficar curioso pra ver o final e relevamos suas imperfeições. Pra mim o ORC não tem a melhor gameplay do mundo ou estória, mas eu me diverti jogando ele, mesmo com seus problemas, e é deveras injusto ser aclamado como pior da franquia.
Vamos ver o lado positivo.
Os controles estão bem longe de serem ruins, para o que se propõem fazem o básico, não é Spec ops: the line, nem K&L2. Mas fazem o que se espera. O lance de podermos nos movimentar, esquivar é muito bom e principalmente atirar enquanto anda (aleluia!). Os cenários são nostalgia pura, passamos pela delegacia e o hospital e é muito legal rever esses ambientes, mesmo que não possamos explorar muito. Os efeitos de iluminação são muito bons, a luz das armas iluminando o ambiente, o corredores escuros, ás explosões, tudo adiciona um clima de RE no game. A trilha sonora eu achei legalzinha, o tema do menu é muito bom, mas a do jogo em si, é meio genérica. Os zumbis "lentos" são muito bons, tanto em questão de movimentação quanto de design, grande maioria deles puxado do RE2. Muita gente reclama do "infectados/corredores", mas não tinha isso no original! Cara, esse conceito foi introduzido no REMAKE, ou seja, o Crimson Heads tem sentido estar no jogo, claro que deixa um gostinho de Left4dead, mas e dai! Além disso, temos Lickers, hunters e um parasita (que falo com mais detalhes depois). Temos ainda o Spec-ops do governo que estão ali mais pra justificar o cover n' shooting que pra ter sentido na campanha. Os boss são praticamente o Birkin, Mr. X (Tyrant) e o Nemesis. E é legal, não são batalhas épicas tipos os clássicos, mas não comprometem.
E o lado ruim...
Os inimigos, indiferente de qualquer um deles são legitimas esponjas de balas, chegando ao ponto de praticamente gastarmos um pente de munição em um zumbi! A precisão da mira deixa a desejar, ainda o jogo sacaneia a gente sem medo de ser feliz: Acertamos na mosca a cabeça dos desgraçados e eles continuam vivos. WTF?!?!!? Sem contar que ficamos o tempo todo sem munição, ficar catando incomoda pacas. Talvez o que mais me incomode é o lance de "cover automático" que pode gerar certa confusão no inicio e o saco de ter que apontar e apertar "A" para pegar ás balas, isso deveria ser automático! Eu li/vi tantas resenhas falando mal da IA que estava esperando uma DR1 em nível de burrice artificial, e na real a IA tem seu momentos de jumento, tipo se atirar no fogo ou em bombas. mas sinceramente não é pra tanto, eles atiram nos inimigos e até ajudam (quando querem) bastante, só uma coisa muito ruim eles não nos levantam quando morremos e isso é um "poquito" frustrante. Um detalhe que ajuda, upe todos personagens, por incrível que pareça diminui o estress e ajuda bastante nas batalhas. O que falar dos parasitas roubados do Dead Space. Capcom qual a necessidade desse monstro? Outro lance chato é o volume das armas, muito alto e mesmo baixando nas opções continua sobrepondo tudo.
A "HISTORIA"...
O esquadrão WOLFPACK é chamado para ir junto com Hunk (Mr. Death) recolher o G-virus de William Birkin, como de praxe tudo da errado eles são acusados de terem iniciado a infecção na cidade e tem que achar uma maneira de resolver a situação. Ao mesmo tempo agentes do governo são mandados para cidade pra recolher informações e atrapalhar os planos da Umbrella. O esqueleto da estória não é tão fraco assim, na real com um pouco mais de esforço ficaria muito bom.
Em vez da WOLFPACK ir escoltar o Hunk pra "recolher" o vírus, poderia ser: Eles indo descobrir o paradeiro dele após ser atacado por Birkin, sendo assim eles chegariam no ápice da epidemia, não achariam o Mr. Death, que segundo o eventos de RE2 estaria já providenciando um jeito de sair da cidade. Sobrando apenas a missão de recolher o máximo de informações e "limpar" o nome da Umbrella de qualquer indicação de envolvimento e eliminar qualquer pessoa que interfira nos seus planos. Não há necessidade de contato direto com Leon e Cia, mas eles poderiam ter noção da presença deles e até ver algum deles em ação, mas sem perder o foco da missão deles. Há sim, e os agentes do governo poderiam muito bem ser limados da trama, já que o governo em nenhum momento estaria preparado pra uma situação dessas. E isso sou eu pensando alto, mas infelizmente é apenas um spin-off...
Bem, voltando... Se curte jogos de ação em terceiro pessoa com alguns elementos de "terror", RE: ORC cumpre o que se propõem, mesmo com suas falhas é melhor que muitos jogos do RE, mesmo que sua fama diga o contrario.
Eu fiquei sabendo que estava saindo o DR4 praticamente três meses antes, ou seja, não tinha muito “Hype” ou esperava que fosse um clássico instantâneo. O jogo te dá o que promete: Ama aniquilar zumbis de formas criativas? Gosta de combo-weapons? Adora usar ‘n’ roupas absurdas? Curti humor-negro e personagens absurdos? Toma tudo aditivado em mil por cento.
Dead Rising 4 não é um jogo incrível e não vai mudar nosso conceito de “nova geração”, mas leva o fator diversão acima de tudo. Isso pode ser tão bom quanto ruim, os fãs HARDCORE não irão gostar de certas mudanças, tipo o novo dublador do Frank West (isso se jogou na linguagem original), na falta de desafio do jogo, não termos mais limite de tempo e principalmente a falta de psicopatas. Vamos destrinchar por partes:
1 – O dublador do Frank realmente deu uma performance muito boa (isso a versão em inglês). Ele realmente soube incorporar aquele misto de bad-ass e babaca adicionando um pouco do Ash do Evil Dead. Eu realmente gostei da atuação, mas ao mesmo tempo não entende a necessidade dessa mudança.
2 – Realmente há falta de desafio, é praticamente somos uma máquina de matar desde do level 1, o que tem sentido por que teoricamente Frank é o fodão no quesito sobrevivência. Mas no quesito de gameplay, fica meio caidaço. Mas isso me incomodou? Na verdade, não. Como um jogador “casual”, eu quero mesmo é me divertir, mas concordo que o jogo está fácil demais e ás boss fight (com exceção do último) são uma piada perto dos jogos anteriores.
3 – O limite de tempo, tinha seu lado positivo e negativo. Primeiro que se tinha muito mais liberdade no mundo do game. Escolher a missão certa para não perder ás outras levava um bom tempo de jogo (lembra um pouca a estrutura dos jogos antigos do Megaman). Ao mesmo tempo eu achava um saco perder certos elementos da estória, ou ter que escolher. Fico meio dividido, mas acho que não faz tanta falta assim.
4 – Agora substituir os psicopatas pelos maníacos, achei que não foi muito sábio. Nem temos uma cutscene para caracterizar eles. São personagens vazios que aparecem no mapa, nenhum deles é memorável. Com exceção do boss final, todos chefes são esquecíveis, eles lembram bastante os vilões de filmes de zumbis. Não são ruins, mas faltou capricho para deixar eles com personalidade.
Em contraparte a Capcom Vancouver, entregou tudo que prometeu.
Ás combo-weapons são levadas ao extremo, para ser uma noção uma das armas é uma varinha mágica que transforma os zumbis em renas e presentes de Natal! Diferente do DR3 não há nenhuma arma que é apelona para arrecadar PP o tempo todo. Outra coisa que melhorou bastante foi a jogabilidade, muito mais dinâmica e frenética. Temos acesso a armas brancas, de fogo e granadas em tempo real: com os gatilhos usamos armas de fogo, X & Y usamos para bater com tacos ou que tiver e LB usamos granadas ou qualquer coisa que se possa jogar. E usar o Exosuit é muito bom, quase um Hulk simulator, pena que é pouco tempo (com exceção em alguns momentos) e ele aparece aleatoriamente no cenário.
A ambientação diferente de DR3 é bem variada, podemos ia para uma zona rural, a cidade, fabricas e claro o shopping. E é gigante o mapa, muita coisa para achar, tipo eu finalizei o game e só tinha 49% explorado!
Pela primeira vez eles quebraram o molde, toda história do DR: Começava com surto zumbi, nesse meio tempo temos que sobreviver enquanto esperamos o exército, logo governo dá uma data limite para evacuar a cidade antes de explodir tudo. Então descobrimos que o governo está envolvido e fazendo queima de arquivo. E agora temos que sobreviver e fugir sozinhos. De qualquer forma é bom termos algo novo, o roteiro em si é bom, mas peca no direcionamento e na forma que é contada. Temos momentos extremamente sérios ala SH2 e caímos no humor do nada. Me soa meio estranho, mas no geral é bom.
A trilha sonora dos menus é muito boa, mas em compensação ás trilhas instrumentais do jogo inteiro são instrumentais bem insossas, como algumas ressalvas a grande maioria delas é esquecível, deveriam ter feito o oposto.
Dead Rising 4 não é um jogo que vai revolucionar ou marcar como o primeiro no 360, mas é um jogo bem divertido e mesmo com ás mudanças mantem a personalidade da franquia. E se é fã provavelmente já deve estar jogando...
Eu tenho uma tendencia a ter interesses por jogos bizarros, então quando fiquei sabendo desse 3rd person shooter do Harry Potter, tinha que jogar!
Em questão de gameplay o segundo é muito superior a primeira parte, sendo que nesse cada "magia" é um tipo de arma (?!?!). Temos metralhadora, sniper, misseis, etc... No anterior elas praticamente não tinham diferença. A movimentação é típica Gears of War, claro não tão refinado quanto, mas cumpre o que promete. Na real acabamos misturando muito das magias para aumentar o efeito do dano e é divertido. Para quebrar a monotonia temos umas sessões que temos que escapar de determinado inimigo ou situação, é bem legal e ironicamente bem mais difíceis que ás "galerias de tiros". Sério, morri mais nessas sessões que no resto.
Em questão de historia, não posso dizer se é fiel a fonte, por que não vi os filmes e realmente joguei com o cérebro desligado, ou seja mau e porcamente prestei a atenção e pouco me senti interessado.
Graficamente é um pouco melhor que média, o que achei legal foi que temos quase nenhum loading e retries são extremamente rápidos. A trilha sonora é bem boa, mantem o clima da historia e anima.
O jogo em si não é genial, mas achei interessante essa leitura "Gears of War" no universo de Harry Potter, não sei se é fidedigno aos filmes/livros, mas em questão de um game em si, serve pra matar tempo.